Quem Somos
Pe. Antonio José
Programação paroquial
Livros
Cd's
Blogues
Fale Conosco
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

JOVENS VOCACIONADOS A SERVIR

Renata Rodrigues

 

Embora muitas pessoas digam que é difícil um jovem se decidir pela vida sacerdotal, os números mostram o contrário. Dados do Anuário Católico mostram um crescimento de mais de 20% no número de Sacerdotes nesta década. No Rio de Janeiro não é diferente. O Seminário Arquidiocesano de São José tem atualmente 108 seminaristas.

O Seminário, o primeiro a ser reconhecido no Brasil, fundado em 1739, é uma das instituições mais antigas do País. — Nos seus primórdios quase todo o clero do Brasil era formado aqui. Muitas gerações de Sacerdotes se formaram neste Seminário, além daqueles que não chegando ao sacerdócio transmitiram à sociedade os valores e os conhecimentos recebidos, destacou o reitor do Seminário, Monsenhor Helio Pacheco Filho.

Mais do que uma escola de Sacerdotes, o Seminário São José se empenha na formação espiritual, humana, intelectual e pastoral dos futuros Presbíteros. O reitor explicou que o Seminário São José, que em 2009 completou 270 anos, está “de olho” nos novos tempos competitivos e de tão rápida capacidade de comunicação.

—Vivemos um tempo de profundas e contínuas mudanças. Novos conhecimentos, novas técnicas, novas maneiras de comunicação, de comportamento, a proposta de pseudos valores, o relativismo ético, coisas boas e não boas. Os vocacionados, que são tirados do meio da sociedade, devem, portanto, preparar-se adequadamente para receberem o ministério ordenado, ressaltou Monsenhor Helio.

Vocações para os dias de hoje

— Acho que quando Deus chama o jovem a ser Sacerdote, a entrar no seminário hoje, é um desafio duplo, tanto para sua vida quanto para a sociedade. Em meio a várias forças contrárias que te puxam para o mundo de hoje, a Igreja vem e faz um chamado além de tudo que você passa, tudo o que o mundo oferece. O que dá força para o jovem entrar e permanecer no Seminário é a certeza de que a cada dia ele é chamado à santidade. E cumprindo o chamado de Deus à santidade, nós descobrimos nossa vocação à santidade. Se torna cada vez mais gostoso servir a Deus e à Igreja, quando percebemos que um dia, observando o Padre, podemos celebrar a Eucaristia. E é essa Eucaristia que nos faz estar no Seminário e estar cada vez mais forte para um dia ser Sacerdote. O seminarista é um jovem normal, só que ele diz ‘não’ a muitas coisas que o mundo hoje em dia não consegue dizer não.

— O seminarista diz em primeiro lugar ‘sim' a Deus, afirmou BrunoViana, de 21 anos. Bruno veio da Paróquia Anunciação a Nossa Senhora, no Riachuelo, e faz seu trabalho pastoral na Paróquia São José Operário, no Complexo da Maré.

Eufrásio Luiz Moraes da Silva, de 27 anos, disse que sua experiência é bem singular. Ele já trabalhava ajudando a família, quando resolveu dar o ‘sim’ à vocação. Sua Paróquia de origem é a Sagrada Família, na Maré. Hoje, ele realiza trabalho pastoral na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, na Ilha do Governador.

— Descobri meu chamado aos 15 anos, quando participei de uma ordenação sacerdotal. Eu sufoquei esse chamado um pouco, não havia procurado um Padre que pudesse partilhar essa experiência. Mas, trabalhando dentro das Pastorais na Paróquia e, dentro destas Pastorais, junto com o Padre, observando esses sinais da vocação, Deus foi revelando Sua vontade ao longo da caminhada, até que o Pároco e na época diretor espiritual foi me dando conselhos, observações que pudessem me direcionar a este caminho que Deus me chama de verdade, recordou Eufrásio.

Para Rafael Siqueira Pinho de Sousa, de 24 anos, a formação no Seminário é completa.

— O Seminário não tem me formado só espiritualmente, mas tem formado meu caráter. E quando eu digo o Seminário, não digo apenas na pessoa de seus formadores, mas também digo a Paróquia onde fazemos pastoral, os nossos serviços na Diocese. Enfim, tudo o que o Seminário nos propõe por formação é enriquecedor não só para o espírito, mas também para o nosso caráter. No Seminário, o que nós aprendemos mais do que tudo é estar sempre disponíveis a fazer a vontade de Deus, no nosso caso como Padre diocesano, e isso é um desafio muito grande, afirmou Rafael, que atualmente faz trabalho pastoral na Paróquia Santa Clara, em Guaratiba, e sua Paróquia de origem é São Benedito, em Pilares.

Fonte: O Testemunho de Fé

 

 

Em virtude das fortes chuvas que atingiram o estado do Rio de Janeiro, muitas pessoas ficaram desabrigadas e estão necessitando de ajuda. Com esse objetivo, a Arquidiocese do Rio iniciou, em dezembro, uma Campanha para apoiar as vítimas das enchentes.

Aqueles que quiserem dar a sua contribuição podem fazer doações por meio de depósitos na conta da Caritas Arquidiocesana, no Banco Bradesco. O valor arrecadado será direcionado às Paróquias das áreas atingidas e até mesmo às dioceses vizinhas que necessitarem. Pequenos gestos de solidariedade significarão muito para aqueles que precisam.

Banco Bradesco
Agência: 0814-1
Conta: 48500-4